Debate KeynesianosxNeoclássicos, citação - Bresser Pereira Website
Desenvolvimentismo: o retorno - Gramsci e o Brasil
Marcelo Ridenti
Ao enfrentar o desafio de tratar a questão do desenvolvimento, não o farei como economista, tampouco como sociólogo do desenvolvimento num sentido estrito. A partir da perspectiva de um estudioso da esquerda brasileira, especialmente dos anos 1960, tentarei dividir com os leitores um certo estranhamento acerca da retomada do tema do desenvolvimento na agenda social e política nos últimos anos, particularmente por parte de setores expressivos da esquerda brasileira, entendida num sentido amplo como o conjunto de forças sociais e políticas empenhadas em transformações que minorem as desigualdades sociais e econômicas.
BB fecha acordo para comprar 49% do Banco Votorantim - Estadão
O Banco do Brasil fechou
acordo para a compra de pouco menos da metade do Banco Votorantim. Segundo
fontes ligadas ao negócio, o BB deve pagar cerca de R$ 5,5 bilhões por
aproximadamente 49% do banco. Ontem, o presidente do BB, Antonio Francisco de
Lima Neto, negou à imprensa que haja "negociação em curso". Mas o
Conselho de Administração do BB se reuniu por seis horas para debater o assunto
e fontes ligadas ao negócio dizem que o acordo poderá ser anunciado nos
próximos dias.
Siderúrgicas da China querem corte de 40% no preço do minério - Estadão
As siderúrgicas da China vão
pedir um corte de cerca de 40 por cento no preço do minério de ferro do Brasil
e da Austrália com entrega a partir de abril, publicou nesta sexta-feira o
jornal oficial Shangai Securities News.
Para 'Economist', crise deixa Lula na defensiva em 2009 - Estadão
A última edição da revista
britânica The Economist afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá
de governar na defensiva neste ano, apesar de seus altos índices de
popularidade. Um dos principais motivos para isso seria a crise econômica.
Inflação para a baixa renda tem a maior alta da série histórica ? Folha On line
O IPC-C1, índice que mede a
inflação das famílias de baixa renda, registrou em 2008 a maior alta desde que
começou a ser medido, em 2004.
PIB do agronegócio recua 0,88% em outubro, diz CNA ? Folha On line
O PIB (Produto Interno
Bruto) do agronegócio brasileiro caiu 0,88% em outubro de acordo com pesquisa
da CNA (Confederação Nacional da Agricultura) e do Cepea (Centro de Estudos Avançados
em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo).
Para Meirelles o mais importante: juros reais os menores da história - Blog do Vicente
O presidente do Banco
Central, Henrique Meirelles, tratou de reforçar entre seus aliados que não
discutiu com o presidente do Bradesco, Marcio Cypriano, sobre os rumos da taxa
básica de juros (Selic) durante reunião realizada com empresários na quarta-feira
(dia 7), na sede do Ministério da Fazenda. A conversa, garantem os que falaram
com Meirelles, foi civilizada e a visão de ambos os lados sobre os juros,
"bastante serena".
Raghuram Rajan Is My Guru Now... ? Grasping Reality
Milton Friedman became lord king guru of the world's economists by standing up at the end of 1966 and warning everybody that the high-pressure economics of the Kennedy-Johnson administration was about to make inflation a real problem.Raghuram Rajan stood up in 2005 and warned everybody that increased financial complexity had made the world's financial markets riskier places. He is now my guru--along with Michael Mussa.
Mais do que "sentir azia" quando exposto diretamente ao noticiário, o presidente Lula acha também que os jornais estão "obsoletos" e diz confiar mais nas informações de assessores do que naquilo que sai publicado. As declarações fazem parte de trechos inéditos da entrevista à revista "Piauí" deste mês. A Presidência divulgou o que diz ser a íntegra da conversa. Lula também não pode ler jornais estrangeiros ? Miriam Leitão.com Lula não lê jornais
brasileiros, porque, segundo ele, isso lhe dá azia. Nem pode ler jornais
estrangeiros. Se pudesse, teria ainda mais queimação no estômago. O Jornal
britânico Financial Times diz o oposto do que Lula gostaria que fosse dito
sobre sua condução econômica.
Lula: Os jornais estão obsoletos - Blog do Noblat
Escolhas da gestão pública
sempre envolvem algum tipo de dilema. Alguns ganham e outros perdem. A melhor ou
pior capacidade do gestor vai estar em saber fazer essas escolhas de forma a
beneficiar o maior número prejudicando o menor número de indivíduos, quando não
puder se manter numa situação Pareto eficiente. Isso implica em cuidados ao se
tomar medidas de muita amplitude, principalmente.
Quando optou por usar a
redução de IPI como estímulo à venda de veículos, duas questões deveriam ter
sido mais bem avaliadas:
a) Optar por um reduzir um imposto e não uma contribuição
implica em ter como sócios estados e municípios, que deixarão de receber o
valor proporcional da renúncia;
b) Essa interferência no preço final de venda reduziu o
valor de mercado de todos os veículos e não apenas os novos. O IPVA/2009 foi
calculado com base nos dados anteriores e não captou a redução do preço de
mercado. A situação acaba por refletir no bolso do contribuinte que está
pagando com base em um valor irreal. Não parece haver preocupação nas fazendas
estaduais no sentido de reavaliar a situação.
Demetrio Carneiro
Lula diz que não lê jornais nem revistas ? Brasília Cultural e Inclusiva
O presidente Luis Inácio Lula da Silva afirmou em entrevista à revista Piauí que não tem o habito de ler jornais ou revistas.
Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nesta quarta-feira mostra que, em dez anos, governos estaduais aumentaram as despesas de custeio da máquina de 1,1% para 6,09% do Produto Interno Bruto (PIB).
Adeus às ilusões? ? Blog do Noblat
Depois de mais de quinze anos na pauta, a agenda das
reformas institucionais esgotou-se sem ter sido cumprida. O Brasil cartorial,
corporativista e intervencionista impediu que elas avançassem. Não temos nem
teremos um sistema tributário justo; não temos nem teremos uma legislação
trabalhista que estimule o emprego; continuaremos com um sistema previdenciário
desequilibrado e sem sustentabilidade e com um sistema de agências reguladoras
que funciona pela metade se é que funciona. É trágico. A hora de um pacote "antirrecessão" ? Blog do Vicente
Em um texto publicado na
tarde desta terça-feira (dia 6), o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento
Industrial (Iedi) ressalta que o impacto da crise internacional sobre a
indústria brasileira era mais do que esperada. E os números divulgados pelo IBGE
só vêm confirmar a gravidade e a amplitude desses efeitos sobre o setor que
ainda é o eixo dinâmico da economia e que é ? apesar de ter expressão muito
menor no PIB do que o setor de serviços ? quem dita o desempenho do crescimento
econômico como um todo do país. O primeiro déficit cambial ?
Blog do Vicente
O presidente Lula vai aos
poucos acumulando números nada promissores quando se olha para 2008. O mais
recente deles foi divulgado no início desta tarde (dia 7) pelo Banco Central. O
movimento cambial ficou negativo em US$ 983 milhões, o primeiro déficit desde
da era petista. Em 2002, o último dos anos FHC, o rombo havia ficado em US$
12,9 bilhões. Bancos pedem reunião extraordinária para cortar juros ? Folha On line
O presidente da Febraban
(federação dos bancos), Marcio Cypriano, pediu hoje a antecipação da reunião do
Copom (Comitê de Política Monetária do BC) para baixar a taxa básica de juros. OMC diz que mundo deve continuar buscas por
alternativas ao capitalismo ? Folha On
line
O diretor-geral da OMC
(Organização Mundial do Comércio), Pascal Lamy, disse nesta quarta-feira que o
mundo deve insistir na busca de alternativas ao capitalismo. Empresários chegam à
Fazenda e cobram mais ação do governo - Estadão.com.br O presidente da Associação Brasileira da Indústria de
Máquina (Abimaq), Luiz Aubert Neto, cobrou nesta quarta-feira, 7, ao chegar ao
Ministério da Fazenda para reunião com Guido Mantega, novas medidas para as
empresas enfrentarem o impacto da crise econômica no ritmo de
crescimento da economia brasileira. Ele comparou as medidas adotadas pelo
governo como um antitérmico utilizado para reduzir a febre. Segundo ele, se o
governo não adotar medidas de médio e longo prazo a "febre volta".
"Não pode demorar", afirmou Neto.
A economia mais do que pela vontade de indivíduos isolados, move-se parte pelos fatos e parte pela reação do conjunto dos agentes econômicos aos fatos.
Tivemos oportunidade de ver todo um trabalho desenvolvido pelas autoridades e técnicos governamentais no sentido de minimizar ou, pelo menos, relativizar os problemas. No entanto o mundo real vai além das meras vontades.
O episódio da queda da produção industrial é ilustrativo de nosso raciocínio.
.Ainda agora o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, saindo da reunião convocada por Guido Mantega para um diálogo mais próximo justamente sobre a queda, afirma que este fato foi transitório e que logo, já em dezembro, será detectada reação. Já o coordenado de indústria do IBGE, Sílvio Sales, localizava o problema na área de bens duráveis e dava como origem a questão da oferta de crédito. O chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho faz coro com o patrão e critica o ?ar triunfalista? da imprensa e da oposição e, por isso, justifica a atitude governamental, como se fosse uma reação, esquecendo da responsabilidade pública das autoridades, confundindo o jogo político com gestão responsável e responsabilizável.
Do lado do mercado a visão não é tão otimista ou o
problema é visto como um fenômeno localizado. A Carta Semanal da MCM
Consultores Associados assinala claramente que ?já há informações suficientes
para se concluir que estamos, de fato, perante uma fase descendente do ciclo
econômico da atividade doméstica, iniciada no 4º trimestre do ano passado, e
que deverá caracterizar praticamente todo o primeiro semestre de 2009, pelo
menos?. O que é apoiado pelo Comentário do PIM-PF do IBGE de novembro,
publicado aqui no Blog. Resta torcer para que nossas autoridades não achem que
o triunfalismo oposicionista e da imprensa chegou ao instituto e decidam ?higienizar?
a entidade para colocá-la nos eixos, como está ocorrendo com o IPEA.
Demetrio Carneiro
PIB do último trimestre de 2008 será negativo ? Miriam Leitão.com
Empresas e sindicatos estão
negociando medidas de emergência para evitar novos cortes. Já houve negociações
de contratos de trabalho, redução de jornada de trabalho e ajustes na produção.
A Alcoa, produtora de alumínio americana com operações no Brasil, anunciou o
corte de 15 mil postos de trabalho no mundo todo.
Bank of America venderá ações de banco chinês ? Folha On line
O Bank of America decidiu
vender uma parcela de sua participação no CCB (Banco de Construção da China, na
sigla em inglês), a segunda maior entidade bancária estatal chinesa, por cerca
de US$ 3 bilhões, anunciou hoje a entidade.
Brasil capta no exterior e paga juros mais altos ? Folha On Line
O Tesouro Nacional realizou nesta terça-feira a primeira emissão de títulos da dívida brasileira em dólares desde maio de 2008.Foram captados US$ 1 bilhão nos mercados norte-americano e europeu, que irão para as reservas internacionais na próxima semana. Os títulos vencem em 15 de janeiro de 2019.
Consumidor inicia o ano com confiança abalada e menos dívidas ? Folha
As expectativas negativas
dos consumidores devido à crise econômica mundial determinaram a queda no
endividamento e da confiança no início de 2009, divulgou nesta terça-feira a Fecomercio-SP
(Federação do Comércio do Estado de São Paulo).
Produção industrial tem maior queda em 13 anos - Veja
A produção da indústria
brasileira sofreu uma forte queda em novembro ante outubro, informou nesta
terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A
produção das fábricas instaladas no país registrou um recuo mensal de 5,2% - a
maior queda desde maio de 1995. Em outubro, a queda foi de 2,8% de acordo com
dados revisados pelo IBGE. Inicialmente, a queda informada havia sido de 1,7%.
Mantega reúne-se com empresários para avaliar a crise - OESP
Um dia após a divulgação da
queda de 5,2% da produção industrial em novembro, o ministro da Fazenda, Guido
Mantega, se reúne hoje com parcela significativa do Produto Interno Bruto (PIB)
nacional. O encontro já estava agendado, mas a ameaça de recessão, reforçada
ontem pelos dados do IBGE, tem potencial para alterar as expectativas dos
agentes econômicos, o que preocupa o governo.
Trechos do Comentário ao resultado apurado
Em novembro
de 2008 a produção industrial recuou 5,2% frente a outubro, na série livre de
influências sazonais, segundo resultado negativo consecutivo, acumulando perda
de 7,9% entre novembro e setembro. No confronto com igual mês do ano anterior a
redução de 6,2% interrompeu um ciclo de vinte e oito meses de taxas positivas
nessa comparação. Com isso, o índice acumulado para o período janeiro-novembro
ficou em 4,7% e o acumulado nos últimos doze meses (4,8%) desacelerou frente ao
resultado de outubro (6,0%).
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Em síntese,
os índices para novembro de 2008 confirmam o movimento de desaceleração da
produção industrial, refletindo os efeitos da forte reversão no ambiente
econômico mundial a partir de meados de setembro, com impacto imediato sobre o
crédito, e a consequente deterioração das expectativas dos agentes econômicos.
Ainda que a área mais atingida seja a de bens de consumo duráveis, percebe-se
um movimento de ampliação do número de setores em queda, com recuos mais claros
em bens intermediários, provavelmente em função do menor nível de pedidos
intraindustriais e da queda no volume das exportações.
Em um contexto normal o
convite enviado pelo presidente Lula aos prefeitos que tomaram posse em 1º de
janeiro seria louvável. De fato estimular as prefeituras municipais a fazer o
que elas menos fazem, investimentos, é um bom caminho se pensarmos em longo
prazo. Há um único problema: apenas agora o governo, no final de um segundo
mandato, se deu conta da ?necessidade de um pacto de defesa do aumento dos
investimentos públicos e da melhoria dos indicadores sociais??
O convite, feito por e-mail,
fala ainda de ?uma conversa com você sobre importantes temas que preocupam
nosso povo, como a mortalidade infantil, o analfabetismo, o combate à pobreza e
outros temas nacionais e regionais que, juntos, precisamos ajudar o Brasil a
resolver?.
Na realidade o encontro de
prefeitos visa otimizar a aplicação dos programas oficiais federais e é muito
evidente que não será numa mega-festa-encontro que isso acontecerá. Os ministérios
diuturnamente executam essa tarefa. Provavelmente é muito mais uma resposta
midiática ao movimento que vem sendo feito por diversos partidos que estão
realizando reuniões nacionais com seus prefeitos, na tentativa de unificar e
articular ações de suas prefeituras. Nessas reuniões o tema presente sempre tem
sido, qualquer que seja o partido, situações ou oposição, a complicada partição
federativa dos tributos que dá aos municípios muito mais obrigações que
recursos para cumpri-las. Frente à possibilidade de um recuo nos valores da
tributação nos três níveis federativos, o tema que sempre esteve presente nas
agendas dos executivos municipais, tomou grande impulso. Nessa altura injeção
de recursos, mesmo que vertical, mesmo que apenas naquilo que interesse e
importe para o poder central, é sempre interessante.
O convite indicaria que o
governo federal injetará recursos em todos os municípios? E o governo federal
tem recursos nesses programas disponíveis para atender todos os municípios? E
mesmo os municípios com gestão de prefeitos ligados a oposição receberão de
forma eqüitativa esses recursos? São questões a se ver. Estamos num ramo que o
discurso costuma se afastar muito da realidade. As obras de transposição do São
Francisco, que geraram toda uma polêmica e foram capa de jornal durante meses
estão paradas em alguns casos ou andam em passo muito lento, em outros. O maior
beneficiário dessas obras seria o dep. Ciro Gomes, que não é mais o candidato
dos sonhos da situação.
Esse mega-show poderia ser
um bom local para os prefeitos cobrarem do governo federal o que sempre
desejaram: rediscussão do pacto federativo no que se refira à partição dos
tributos entre governo federal, estados e municípios. Será que isso é
desrespeito ao protocolo?
Demetrio Carneiro
Trechos do Comentários ao resultado apurado
Em outubro
de 2008 o índice da produção industrial ajustado sazonalmente recuou 1,7%
frente a setembro, após expansão de 1,5% no mês anterior. No confronto com
outubro de 2007 o acréscimo ficou em 0,8%. Com isso, tanto o acumulado no ano
(5,8%) como o acumulado nos últimos doze meses (5,9%), desaceleraram frente aos
resultados de setembro (6,4% e 6,8%, respectiva
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Em síntese, a redução observada na passagem de setembro para outubro (-1,7%) e a conseqüente perda de ritmo nos indicadores para períodos mais longos, mesmo com um calendário que favorece outubro de 2008 (com mais um dia útil que outubro de 2007), está marcada por quedas importantes em setores que concederam férias coletivas não planejadas ou efetuaram paralisações técnicas não programadas, num contexto de aumento da incerteza no ambiente econômico internacionalmente).
The Financial Crisis of 2007-2009: Causes, Consequences--and Possible Cures ? Grasping Reality
Understanding Its Causes, Consequences?and Its Possible Cures by J. Bradford DeLong
Fim de fábricas deixa 2 milhões sem emprego na China ? Folha On line
O fechamento de cerca de
4.800 fábricas de brinquedos na China em 2008, devido à crise econômica
mundial, provocou a perda de perto de dois milhões de empregos no país
asiático, informa o jornal "South China Morning Post" nesta
terça-feira. Coreia do Sul: US$ 38 bilhões para gerar empregos ? Folha On line
A Coreia do Sul anunciou nesta terça-feira um plano para investir até US$ 37,9
bilhões nos próximos quatro anos a fim de criar emprego e dar novo viço a sua
abalada economia. Renault vai suspender mil funcionários por 5 meses ? Blog do Noblat
Metalúrgicos da montadora
Renault aceitaram ontem, em assembléia, suspender por cinco meses o emprego de
cerca de mil trabalhadores da unidade de São José dos Pinhais, região
metropolitana de Curitiba. Governo muda as regras para BNDES emprestar mais ? Blog do Noblat
O governo mudou regras do
estatuto social do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)
que permitem ampliar sua capacidade de financiamento em meio à crise do
crédito. Casa própria terá até 50 bi? Blog do Vicente
A crise econômica mundial
não tirou o ânimo dos bancos no que se refere ao crédito para a casa própria.
Pelas estimativas do governo, juntas, as instituições privadas, a Caixa
Econômica Federal e o Banco do Brasil devem disponibilizar nas suas redes de agências
até R$ 50 bilhões ao longo de 2009. Nelson Barbosa garante: PIB/2009: 4% - Blog do Vicente
O secretário de Política
Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, está convencido de que o
Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país,
pode e vai crescer 4% neste ano, a despeito de todo o estrago provocado pela
crise mundial.
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