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10 de setembro de 2010
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Demetrio Carneiro

demetrioccunhaoliv@gmail.com
Brasilia, DF, 59, graduado em economia, especialista e pesquisador em políticas públicas, professor universitário, coordenador de EAD da Fundação Astrojildo Pereira.


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27 de abril de 2009




Leia mais: Dilma Roussef Capes Poupança e Dívida Pública Copom


Onde está?

Fonte: De Gustibus Non Est Disputandum

Onde, na nova lista da CAPES, está o periódico Journal of Monetary Economics? Alguém viu? Se não está lá, como é a pontuação? Fica aí a pergunta para os colegas.

Poupança e dívida pública: fazendo a coisa certa.

Fonte: Blog do JL Oreiro

O ciclo recente de redução da taxa básica de juros, após três meses de queda abrupta do nível de atividade econômica, suscitou na opinião pública o receio de que a economia brasileira possua limites de natureza institucional à queda continuada da Selic. Argumenta-se que a existência de um dispositivo legal que fixa o rendimento da caderneta de poupança em 0,5% a.m acrescido da variação da TR (um retorno anual mínimo superior a 6%) tornaria a caderneta de poupança, uma aplicação financeira isenta de Imposto de Renda, muito atrativa com respeito aos fundos de investimento em renda fixa, compostos majoritariamente por títulos da dívida pública. Dessa forma, a continuidade do ciclo de queda da Selic poderia induzir uma migração maciça de recursos dos fundos de investimento para as cadernetas de poupança, pondo em risco o financiamento da dívida pública brasileira. No limite, o governo brasileiro seria obrigado a monetizar uma fração importante da dívida pública, podendo resultar, a médio prazo, em uma aceleração significativa da inflação. Um problema adicional está relacionado ao fato de que, por conta da inflexibilidade da queda da remuneração da poupança, a queda nas taxas de juros não permitiria a redução dos juros dos financiamentos imobiliários. Leia mais

A importância do economista numa empresa em tempos de crise

Fonte: O economista

Pudera a economia global ser feita apenas de tempos fartos, onde a palavra crise não exista. Palavras como: lucro, sustentabilidade e emprego, estariam entre as mais utilizadas. Porém, esse patamar é surrealista. A economia é feita de ciclos e - querendo ou não - as crises são necessárias. E durante essas crises, algumas perguntas costumam ser repentinas. O que fazer para sair da crise? Cortar custos? Reduzir investimentos? Diminuir o quadro de funcionários? Perguntas, estas, que devem ser respondidas, preferencialmente, por cientistas econômicos. Numa tomada de decisão, é imprescindível a ajuda de um economista, tanto para calcular e planejar quanto para analisar e agir. Leia mais

Almas puras e economia impura

Fonte: Ladrões de bicicletas

«As almas puras do capitalismo transparente rasgam as vestes perante o pavor de ter as contas verificadas pelo fisco ou os prémios milionários "confiscados", já para não falar da ignomínia que seria os accionistas saberem quanto lhes pagam em salários». Vale a pena ler o resto do artigo de Francisco Louçã no Jornal de Negócios.

O que teme o COPOM?

Fonte: Blog do Vicente

De hoje até a quarta-feira, não haverá assunto mais comentado na seara econômica do que a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Apesar da certeza de que a taxa básica de juros (Selic) cairá, muitos analistas decidiram, nos últimos dias, reduzir o otimismo. Em vez de um corte de 1,5 ponto percentual, apostam, agora, em queda entre 0,75 e um ponto. Leia mais

DILMA E A EQUAÇÃO ELEITORAL

Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo

A canalha petralha realmente não se emenda. E há, até na grande imprensa, quem caia nos seus truques e se deixe patrulhar pela corja.

Escrevi anteontem um post afirmando que não aceitaria tolices e grosserias sobre a saúde da ministra Dilma Rousseff. E não aceito mesmo. Que fique claro: a advertência era mais dirigida aos petralhas do que aos leitores habituais do blog. E por três motivos:
a - porque eles começaram a fazer uma exploração "exultória" do caso ("a nossa heroína", a exemplo do que já está fazendo o colunismo oficial);
b - porque tentaram emplacar grosserias aqui para atribuir ao leitor do blog um falso perfil;
c - porque, com efeito, reitero, doença não é categoria de pensamento e não torna as pessoas nem melhores nem piores. Alguns não conseguiram fazer a sinapse devida: a doença não torna Dilma pior do que é; mas também não a torna melhor. Leia mais

 

Categorias: Política

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